Felipe Melo sai em defesa de Roger: "O trabalho está sendo muito bem feito"

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Felipe Melo sai em defesa de Roger: "O trabalho está sendo muito bem feito"

O jogador defendeu o treinador em entrevista coletiva realizada na tarde desta sexta-feira 

Felipe Melo concedeu entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira (18), na Academia de Futebol, o volante saiu em defesa do técnico Roger Machado, nos últimos dias ele vinha sendo criticado pela principal organizada do clube.
Foto: Reprodução 
"Não tem lógica pedir a saída de um treinador que faz um ótimo trabalho. Classificamos em uma tal de Libertadores em primeiro geral. O trabalho está sendo muito bem feito", disse.

"Acho que muita gente faz um teatro fora, e dentro não cobra. O Roger não, ele cobra muito, cobra todos. A gente vem melhorando a cada jogo, faz parte o erro. Ele vai errar em decisões, a gente vai errar. O erro faz parte, o importante é o bom trabalho que está sendo feito e a confiança que ele tem dos jogadores, da diretoria e dos torcedores", completou

O volante também comentou sobre as provocações do atacante Romero, do Corinthians, onde no último domingo ele fez embaixadinhas irritando os jogadores do Verdão.

"Sinceramente acho que ele não deveria ter feito, 1 a 0 o jogo, poderia ter evitado. Como tudo na vida, gira. Não quero entender que ele tenha feito para provocar o Palmeiras, porque nesse momento provoca a instituição, mas não vou falar se ele quis ou não quis fazer, porque isso é ele com Deus. Poderia ter sido evitado. Se no passado o Palmeiras estivesse vencendo, jamais faria isso", falou.

Por fim, o camisa 30 deu seu ponto de vista sobre as vaias que o time recebeu na partida diante do Junior Barranquilla, na última quarta-feira, pela Libertadores.

"Não estive no estádio e como falei fico muito nervoso, então fico em casa. As pessoas me veem gesticulando, gritando e pega mal para mim. Escutei vaias que não vieram nem da organizada, veio do pessoal normal. No início tiveram xingamentos ao treinador. Entendo a raiva do torcedor, é normal", revelou.

"É emoção, é coração, muitas vezes ultrapassa a razão. Isso que faz o futebol mover multidões, mas a partir do momento que você entra em campo tem que cantar o hino, nome do jogador. É clube, é Palmeiras. Isso é uma gasolina, é um combustível para o jogador. A vaia, para certos jogadores, vai virar força, e para outras vai fazer abaixar a cabeça. É sempre importante que a torcida esteja presente, e está. Temos que voltar a estar mais juntos da torcida e ela mais junto do Palmeiras", finalizou.

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